Instrumental Sesc Brasil de OUTUBRO conta com nomes como: Robertinho do Recife, Raphael Ferreira Quinteto, Ricardo Valverde, Eduardo Sueitt e Robin Nolan

SOBRE O EVENTO

Início: 02/10/2017 19:00h
Fim: 30/10/2017 19:00h
Onde: Sesc Consolação Rua Doutor Vila Nova, 245 - SP

As apresentações gratuitas acontecem todas as segundas-feiras, às 19h, no Teatro Anchieta – Sesc Consolação, com transmissão ao vivo via streaming no Portal Sesc SP

 

O Instrumental Sesc Brasil, programa que existe há vinte anos na instituição e que se tornou referência no meio musical, faz com que as segundas-feiras dos paulistanos sejam mais suaves dedicadas à boa música instrumental e gratuita. Neste mês de outubro a programação traz Robertinho do Recife e seu heavy metal suingado, o jazz pop de Raphael Ferreira Quinteto, o vibrafonista Ricardo Valverde, as baquetas de  Eduardo Sueitt e para encerrar o setlist, o guitarrista de jazz cigano Robin Nolan.

Com shows gratuitos, às 19h, no Teatro Anchieta e transmitidos ao vivo pelo portal do Sesc São Paulo, o programa Instrumental Sesc Brasil é pródigo em divulgar e prestigiar músicos consagrados como também  novos talentos.

SEGUNDA, 02 de Outubro - Robertinho do Recife

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Carlos Roberto Cavalcanti de Albuquerque, mais conhecido como Robertinho do Recife, é considerado um dos melhores guitarristas do Brasil e ajudou a escrever as primeiras páginas da história do heavy metal no país. Começou a tocar ainda menino, através da música sacra. Aos 12 anos, já era considerado  uma virtuose pelos músicos com os quais convivia e aos 14 lançou seu primeiro disco solo, o Jardim da Infância.

 

No final dos anos 1960, acompanhou alguns ídolos da Jovem Guarda, como Rosemary e Jerry Adriani. Posteriormente nos Estados Unidos, tocou em bandas pop, fazendo com que ritmos como blues, o jazz e o country se tornassem ainda mais presentes em seu repertório musical. Em 1985, juntamente com sua banda, o MetalMania, fez a abertura de shows para os ingleses do Deep Purple, nas cidades do Rio de Janeiro e em Porto Alegre. Atualmente o guitarrista apresenta um repertório variado que vai de peças clássicas, passa por  seus nove trabalhos autorais e suas principais influências e referências musicais.

 

Robertinho do Recife – Guitarra; Tibor Fittel – Sanfona/piano; Sérgio Naciffe – Bateria; Rob Khalil – Teclados/dj; Márcio Chicralla – Baixo.

 

REPERTÓRIO: O Guarani (Carlos Gomes); Revelação (Clodo, Clésio, Climério); Variações Nona De Beethoven (Robertinho de Recife); All That We Live Together (Robertinho de Recife); Bachianas Brasileiras (Villa Lobos); Pepperland (George Martin); Voo de Ícaro (Robertinho de Recife); Lamento Sertanejo (Dominguinhos) Fantasia Preto e Prata (Robertinho de Recife); Glorious (Robertinho de Recife); Trancendental (Robertinho de Recife); The Kingdom Hymn (Robertinho de Recife).

 

SEGUNDA, 09 de Outubro - Raphael Ferreira Quinteto

 

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Raphael Ferreira é Doutor e Mestre em música pela Unicamp, e graduado em Licenciatura em Música pela USP. Em suas colaborações, Raphael já trabalhou com Banda Urbana, Hermeto Pascoal, Arismar do Espírito Santo, Filó Machado, tendo excursionado com eles pelas Américas do Sul e Norte, Europa e Marrocos. O profissional tem como principais áreas de atuação  improvisação, composição e arranjo e explora todas essas nuances ao longo de seu álbum Ultramar de 2012. Ferreira faz paralelos constantes com trabalhos contemporâneos na linha popular, tanto brasileiros como estrangeiros, e os executa com primazia em seu repertório. Em suas composições há influências do jazz e da música de concerto do século XX, além de gêneros brasileiros como samba, baião e afoxé. Acompanhado por um quinteto o saxofonista apresenta show centrado no repertório de seu trabalho, Ultramar.

 

FORMAÇÃO: Raphael Ferreira - sax tenor/soprano; Felipe Silveira – piano; Fábio Leal – guitarra; Marcos Paiva - baixo acústico; Sérgio Machado – bateria.

 

REPERTÓRIO: Aldeia; Figueira da Foz; Andaluz; Valeriana; Trípolis; Balcanius; Partir do Alto; Nexus (Todas as músicas são de autoria de Raphael Ferreira).

 

SEGUNDA, 16 de Outubro - Ricardo Valverde

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Baiano de nascimento, Ricardo Valverde é vibrafonista, percussionista, arranjador e diretor musical. Bacharel em Percussão Erudita pela Faculdade FITO, Valverde acompanhou ao longo de sua carreira, nomes consagrados da MPB, entre eles Dominguinhos, Paulo Moura e Nelson Sargento.

 

Um dos grandes trunfos de Valverde é a introdução do vibrafone a ritmos tradicionais brasieiros, como o CHORO. Ritmo ancestral da música brasileira, o choro passou ao longo da sua vida por uma série de releituras, muitas das quais serviram para enriquecê-lo ainda mais como gênero. Neste sentido, Valverde encaminha uma nova proposta de releitura, o músico executa o desafio de conectar o vibrafone, um instrumento muito pouco utilizado na música popular, a um ritmo que é popular por excelência.

 

No show Teclas no Choro, o vibrafonista apresenta um repertório composto por obras de grandes mestres do gênero e também de composições próprias.

 

FORMAÇÃO: Ricardo Valverde – Vibrafone; Silvia Goes – Piano; Ivani Sabino - Baixo; Pepa D’elia – Bateria.

 

REPERTÓRIO: Feitiço (Jacob do Bandolim); Enigmático (Altamiro Carrilho); Eu quero sossego (K-Ximbinho); Ainda me recordo (Pixinguinha); Atlântico (Ernesto Nazareth); Diplomata (Pixinguinha); Choro pra Bia (Ricardo Valverde); Mimizando (Ricardo Valverde); Uma Noite No Sumaré (Esmeraldino Sales); Arabiando (Esmeraldino Sales); Sonhando (K-Ximbinho); Ameno Resedá (Ernesto Nazareth); Bola Preta (Jacob do Bandolim).

 

SEGUNDA, 23 de Outubro - Robin Nolan (ING)

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Radicado na Inglaterra, Robin Nolan é um dos mais conhecidos guitarristas de jazz cigano do mundo na atualidade. Nascido no Vietnã em 1968, seus pais eram músicos que entretiam tropas dos EUA, na época.

Aprendeu guitarra com seu pai aos seis anos de idade em Hong Kong, começando ali a sua jornada musical. Anos mais tarde, foi nas ruas de Amsterdã que Robin foi descoberto e convidado para participar de festivais e concertos no Japão, EUA, Islândia, Espanha e Canadá. O músico com seu jazz cigano, chegou a ser citado e elogiado publicamente pelo beatle George Harrison

Além de músico, Nolan também é conhecido como educador, escreveu livros sobre técnicas de jazz cigano, e mantem um canal online onde publica vídeos tutoriais.

 

FORMAÇÃO: Robin Nolan - Violão cigano; Bina Coquet - Violão cigano - Fernando Seifarth - Violão cigano; Gilberto de Syllos - Contrabaixo acústico.

REPERTÓRIO: Aquarela do Brasil (Ary Barroso); Number 1 (Robin Nolan); Mokum Swing (Robin Nolan); Ravi (Robin Nolan); Wild Rice Blues (Robin Nolan); Nuages (Django Reinhardt); Djangology (Django Reinhardt); Swing 48 (Django Reinhardt); Tears (Django Reinhardt); Blues For Ike (Django Reinhardt); Beating Around The Bush (Scott, Young, Young); Riff Raff (Scott, Young, Young); Highway To Hell (Scott, Young, Young); Hells Bells (Scott, Young, Young).

 

SEGUNDA, 30 de Outubro - Eduardo Sueitt

Convidado: André Marques, no piano

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Influenciado por seu avô Irineu, um apaixonado por música, Eduardo Sueitt iniciou seus estudos musicais aos 14 anos. Natural de Espírito Santo do Pinhal, interior de São Paulo, fez aulas com José Carlos da Silva, Egberto Gismonti, Heraldo do Monte, Fábio Leal, entre outros. O baterista se formou na Faculdade de Música Carlos Gomes, na capital paulista e em 2016, integrou a banda do bandolinista e compositor Marcos Ruffato, um dos vencedores do XVII Prêmio BDMG Instrumental. Atualmente, é mestrando em música pela Unicamp, professor de bateria no Conservatório Municipal de Poços de Caldas e integra o naipe de percussão da Orquestra Jazz Sinfônica de São João da Boa Vista. Recentemente, lançou seu primeiro CD solo, “Enlevo dos Pinhais”. O Eduardo Sueitt propõe em formação de quinteto um show direcionado à concepções pautadas na riqueza de ritmos, harmonias e melodias da Música Brasileira, e a interação criativo-musical do Jazz.

FORMAÇÃO: Eduardo Sueitt - bateria; Paulio Celé - guitarra; Sá Reston - baixo elétrico; Bernardo Fabris - sax soprano/alto; Dô de Carvalho - sax tenor; Convidado: André Marques – piano.

REPERTÓRIO: Bairral (Eduardo Sueitt); Crescer (Eduardo Sueitt); De repente baião (Eduardo Sueitt); Rosa (Pixinguinha); Dores do Indaiá (Eduardo Sueitt); Chovendo na roseira (Tom Jobim); Marseille para Ella (Eduardo Sueitt); Maracatu de abertura (André Marques); Surpresa (Hermeto Pascoal); Baião de Matuto (Eduardo Sueitt); Caminhando (Eduardo Sueitt).

 

Serviço:

Instrumental Sesc Brasil

Segundas, às 19h

Teatro Anchieta

280 lugares

Livre
Grátis - Retirada de ingresso com 1h de antecedência na Bilheteria do Teatro (1 ingresso por pessoa)

Sesc Consolação
Rua Doutor Vila Nova, 245
3234-3000

 

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