Ouça “Manipulata”, novo single de Dizin

SOBRE O EVENTO

Início: 30/04/2021 10:00
Fim: 30/04/2021 22:00
Onde: ON LINE

Dizin é o apelido de pré-adolescência de João Diniz Lira, jovem artista paulistano de 18 anos, que lança seu primeiro álbum, The Time Has Come, em 30 de abril de 2021. Até lá, três singles chegam às plataformas digitais. Nesta sexta, 26 de março, é a vez do terceiro, intitulado de “Manipulata”. Ouça: https://tratore.ffm.to/manipulata


“Manipulata” retrata a sensação de desespero causada pelo excesso de informação dos dias de hoje. O título da música é uma junção das palavras "Manipulation" e "Data", se referindo à manipulação dos dados aos quais temos acesso. “O subtítulo, "Can't You Just Stop", é uma frase recorrente na música, o grito de desespero do eu lírico para que tudo aquilo pare. Apesar de ser uma das músicas que escrevi há mais tempo, sinto ela perfeitamente adequada ao momento atual, trazendo até mesmo significados que não estavam presentes na época que compus, como o contraste do isolamento com a sobrecarga de informações que cito logo no primeiro verso”, conta Dizin. É uma música pesada, em temática e em sonoridade, tendo um dos refrões mais explosivos do álbum, produzido pelo Martin Mendonça, que o artista lança em abril. Assim como “Sky”, o segundo, “Manipulata” conta com o André Dea na bateria e o Gui Almeida no baixo. Dessa vez, o Paulo Kishimoto ao invés do lapsteel gravou um órgão, que explode junto com o refrão. Também foi mixada pelo Tofu Valsechi e masterizada pelo Dudinha.


Em janeiro deste ano, foi a vez de “Human Bomb (Explode)”, que colecionou elogios vindos de nomes  importantes do mercado, como o crítico Lúcio Ribeiro e a cantora Pitty . O terceiro single, intitulado de “Manipulata (Can't You Just Stop)”, vem na sequência: 26 de março. 


Sky é uma música com uma pegada bem mais calma que Human Bomb, última faixa que lancei. Escolhi ela como o single seguinte por achar que demonstra a variedade de estilos e energias das músicas que vão estar no álbum. É uma balada super delicada. A ideia surgiu quando pensei em uma frase sobre como sem a gravidade seríamos livres para voar. Acabou virando refrão, e me levou a escrever o resto da letra, que é uma espécie de convite para se conhecer o céu. Deixei a letra meio vaga e gostei disso, não só por deixar o significado aberto para ser interpretado por quem ouvir, mas também por ajudar a trazer a sensação de vazio”, conta Dizin.


Produzido por Martin Mendonça, guitarrista de Pitty, o álbum terá 12 faixas, foi gravado no estúdio Buena Familia, em São Paulo, e contou com uma banda estelar. “Já tínhamos gravado o meu primeiro single em 2019, Time to Rise, que vai entrar como a terceira faixa do disco, com o Thiago Guerra do Fresno na bateria. Dessa vez, escolhemos como baterista das demais músicas o André Dea do Supercombo, Violet Soda e Sugar Kane. Eu e o Martin gravamos todas as guitarras e algumas linhas de baixo. Uma das faixas também conta com o Dudinha, dono do estúdio onde o álbum foi gravado, no baixo. Para finalizar, o Martin chamou Gui Almeida e Paulo Kishimoto, que tocam com ele na banda da Pitty, para gravar as linhas de baixo e outros instrumentos que faltavam.


Guns N' Roses, System of a Down, The Killers, Arctic Monkeys, Halestorm, Pitty, Scalene, Supercombo são algumas das influências musicais do compositor. “Fui apaixonado pela música durante minha vida toda. Com um pai músico, cresci rodeado de instrumentos musicais, compondo e fazendo apresentações para a família sempre que possível”, conta o músico, que é filho de Lirinha, compositor pernambucano, frontman do Cordel do Fogo Encantado. 


Apesar dos músicos com quem cresci serem mais voltados à MPB e ao Mangue Beat, desde pequeno fui exposto a vários estilos musicais diferentes. Acho que o rock foi o que mais me tocou. Até hoje escuto de tudo, mas principalmente rock. Isso transparece na minha obra, de certa forma - sem dúvidas é um álbum de rock, mas as músicas acabam trazendo elementos de outros estilos musicais também. Acho que entra nesses elementos que inevitavelmente acabam aparecendo no trabalho. O contato que tive desde cedo com a poesia e os ritmos pernambucanos acaba influenciando nas letras e músicas que produzo hoje em dia.” Embora também escreva em português, Dizin escolheu músicas apenas em inglês por se sentir mais confortável para compor. Inglês é sua segunda língua: ele morou no Reino Unido no período de sua alfabetização.


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